domingo, 31 de maio de 2009

Leituras temáticas recomendadas

“Educação à venda” foi o livro escolhido pelo grupo, o qual remete para o facto de cada vez mais recorrer-se ao “privado” para a prestação de serviços públicos, incluindo a educação. Stephen Ball aponta que só são referidas politicamente as vantagens do fenómeno presente, camuflando de certo modo os custos que pode trazer como desvantagens. Assim, os políticos alimentam mais esta questão, sendo apologistas do privado e ignorando os insucessos das empresas e da ética profissional, assistindo-se problemas de empresas privadas que geram as escolas publicas. Para ilustrar isso mesmo, o autor recorre ao exemplo da empresa “Educational Alternatives Inc”, em que viram os seus contratos cancelados por queixas, tais como: a forma como lidavam com as crianças com dificuldades de aprendizagem destruindo assim os mecanismos de coesão, outra queixa era referente ao currículo e programas que não eram os melhores, não assegurando assim bons resultados. O autor pretende pelo menos alertar as pessoas para a necessidade de introduzir um olhar crítico na avaliação imparcial das duas formas de prestação de serviços ou seja, o privado e o público. Ao longo do artigo é referido o conceito privatização de uma forma geral, subdividindo-se este em “privatização exógena”, referindo-se à introdução, sob diversas formas de entidades privadas na prestação de serviços públicos e “privatização endógena” esta, por sua vez refere-se à reformulação da actual prestação de serviços no sector público através de formas que imitam o privado e têm consequências semelhantes em termos de práticas, valores e identidades. Esta última associa-se ao conceito de “capitalização”, “tornando as escolas e universidades públicas em empresas que produzem valor-mercadorias”. Segundo o autor a mercantilização é vista como “fetichismo de mercadoria”. Sendo o exemplo de como “estamos perante uma transformação de propriedades, relações humanas em coisas independentes das pessoas, mas que governam as suas vidas”. Assim temos a tendência de naturalizar as coisas… Logo, ao “fetichizar” as mercadorias, estamos a negar a primazia das relações humanas na produção de valor, e na verdade, a eliminar o aspecto social, ou seja “ a nossa percepção do mundo passa dos valores sociais criados por pessoas para uma percepção pré-adquirida”. Assim a mercantilização é vista como a substituição de valores de uso por valores de troca por um lado, e por outro lado descreve como o consumismo se imiscui na vida quotidiana através de uma série de processos subtis. Willmatt (1999:1002) afirma que “os estudantes foram explicitamente constituídos como “clientes”, uma alteração que reforça ainda mais a ideia de que um curso é uma mercadoria que (esperamos) pode (r) ser trocada por um emprego e não uma educação liberal que prepara os estudantes para a vida”. Stephen Ball ao longo do artigo explora os processos de mercantilização em três áreas sociais: a infância e os pais; às relações sociais (na educação), incluindo a relação com nós próprios; e de uma forma mais breve o saber. Para terminar, estamos a assistir a novos tipos de relações face à educação e à aprendizagem que estão a ser experimentados, ou seja “existe uma crise e o que está em causa é o próprio conceito de educação”. Assim, a privatização altera o quadro de possibilidades no qual agimos. É tempo de pensar de forma diferente sobre as políticas educativas antes que seja tarde demais!
Bibliografia:
Ball, Stephen. "Educação à venda". Pretexto Editora, 2005

Título: Um pouco de mim...

Sinopse: Neste mini-filme procuro mostrar pequenos momentos que fazem parte do meu dia-a-dia …, tais como passear; fazer compras, praticar desporto; estar com a família; namorar; sair à noite, estar com os amigos.

Reflexão crítica sobre a experiência

Como aspecto positivo desta experiência destaco o enrequecimento a nível informático, pois nunca tinha experimentado trabalhar com este tipo de software, e também o facto de ser uma actividade que permite fazer uma junção do útil ao agradável, fazer um trabalho e ao mesmo tempo fazer aquilo de que gosto.

Como aspecto negativo, foi sem dúvida não ter conhecimento algum sobre o programa para a concretização desta actividade e posteriormente fazer as ligações das várias filmagens que realizei para conseguir “encaixar” tudo num minuto.

Tânia Tinoco, a55480

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Sinopse:Serei um copo meio vazio ou um copo meio cheio? Não sei, talvez um pouco dos dois. Não se trata de indecisão, mas da dualidade que constitui qualquer ser humano! Vejam, revejam-se e reflictam!

A criação do Podcast: De todas as actividades propostas para esta Unidade Curricular, foi sem dúvida a criação do Podcast que me deu mais prazer. Na minha opinião, o factor tempo não é uma condicionante, mas uma boa orientação para o trabalho. Com a elaboração deste Podcast obtive um contacto ainda mais directo com as novas tecnologias, nomeadamente com softwares especializados na montagem e tratamento de vídeos. Decidir o que ia fazer e o queria transmitir com o meu vídeo foi um grande desafio à minha criatividade e deixou-me com vontade de repetir a experiência. Cláudia Preto,55465

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Dizem que...

Reflexão sobre a criação do podcast:

Quando foi proposto a criação de um podcast fiquei em pânico, pois nao gosto de me expor. Sendo complicado arranjar uma forma de passar algo sobre mim, no início nao surgiram ideias, depois passando mais sobre o assunto aí, sim, as ideias começaram a surgir de maneira imparável e, consequência disso era decidir afinal o que iria fazer! Então, tentei ser o mais prática possível tendo em vista as limitaçoes e, foi quando optei por algo simples mas perceptível.

Dois aspectos negativos foi a dificuldade de arranjar o programa e ter que me expor de certa forma...

Dois aspectos positivos foi o conhecimento que adquiri ao longo da criação do podcast e o desenvolvimeto a nível criativo...

Fátima Barbosa, 56697

Eu... e o meu LAZER

Nos tempos que correm, cada vez mais as pessoas têm menos tempo para as coisas que gostam de fazer, para o seu lazer, pois estão muito ocupadas com o trabalho, com a casa, etc. Confesso que gostaria de ter muito mais tempo livre (alias quem não gostaria), pois como trabalhadora-estudante tenho pouco. Neste seguimento, o tempo livre que tenho, tento aproveita-lo ao máximo, desfrutando cada momento, daí ter surgido a ideia de fazer este pequeno filme de um minuto baseada no “ Eu… e o meu LAZER”..

Com efeito, as dificuldades foram logo surgindo, sendo a primeira, em como conseguir colocar as várias coisas de que gosto num filme de apenas um minuto?! Deste modo, tive de fazer uma selecção das que mais gostava, onde destaquei: brincar com a minha afilhada, estar com a família e amigos, namorar, brincar com o meu cão e o desporto (onde aqui podemos de alguma forma incluir a dança). Outra dificuldade foi na escolha do programa para elaborar o filme. Ao longo da elaboração do filme outras dificuldades foram surgindo, tais como, fazer a montagem, fazer a ligação das partes das filmagens que fui fazendo.

Contudo, a experiência foi muito positiva, pois diverti-me imenso nas filmagens, juntei o útil ao agradável, estava a elaborar um trabalho e ao mesmo tempo fazendo algo de que gosto. O meu conhecimento a nível informático também foi enriquecido, pois contactei com um programa que nunca tinha trabalhado.

Ah! Em relação às músicas não tenho um estilo próprio (não sou esquisita), gosto de todo o tipo de música, depende do momento e do estado de espírito, daí eu ter feito uma mistura de músicas!.

Céu Carvalho

quarta-feira, 27 de maio de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

Reflexão sobre o potencial da blogosfera:

Antes de mais entende-se por blogosfera um fenómeno social, ou seja é um termo colectivo que compreende todos os blogues como uma comunidade ou rede social. Hoje em dia, sem dúvida que são uma mais-valia, pois para além de aproximar os quatro pontos do mundo, faz com que seja um meio de transmissão de conhecimento e ideias em diversas áreas, quer economia, ciência, educação, social, política etc. Qualquer pessoa pode possuir um blogue em qualquer lugar e quando quiser. Tem a vantagem de publicar só o que lhe interessa sem necessariamente se identificar. Pode ser também um meio de se exprimir sem à priori sofrer constrangimentos…É um meio de conhecimento mas também de poder argumentativo. Estes serão uns dos pontos vantajosos, porém como tudo, a posse de um blogue também pode trazer inconvenientes que convém ter presente. Um dos aspectos negativos que poderá ter um blogue refere-se à sua fiabilidade, veracidade e intenção com que se colocam as informações. Pois não poderemos ter a certeza se as informações que são publicadas são as mais fiáveis. Apesar dos inconvenientes que poderá trazer, convém salientar mais uma vez a sua importância no que diz respeito à facilidade de acesso e principalmente no âmbito educacional pelo espaço privilegiado para a organização de aulas e pesquisas. Para terminar, a utilização de blogues na educação possibilita o enriquecimento das aulas e projectos através da publicação e interacção de ideias na Internet.
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogosfera http://ajuda.sapo.pt/comunicacao/blogs/geral/O_que_a_Blogosfera_.html

Dificuldades e soluções encontradas...

Como tudo que é novidade, a criação do portfolio não foi excepção para nós... Encontramos muitas dificuldades para a sua criação! Então numa fase inicial começamos por fazer várias pesquisas sobre como criar um blogue! Após essas mesmas pesquisas, começamos a criar o nosso próprio portfolio de forma a ser comum a nós as quatro! Como não poderia deixar de ser também esta, uma tarefa difícil mas que foi superada sem grandes problemas. Desde então temo-nos dedicado ao nosso portfolio com a finalidade de ao longo do tempo conseguirmos atingir os objectivos inicialmente propostos...

terça-feira, 28 de abril de 2009

Software livre, direitos de autor, plataformas de gestão da aprendizagem

Software livre é um programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial).
A maneira frequente de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.Open Source – refere-se ao mesmo software também designado software livre ou seja, aquele que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation. Este programa de código aberto deve garantir: a liberdade de executar, estudar, redistribuir e o aperfeiçoar o programa. Alguns exemplos: · Linux (sistema operativo) · Apache (servidores) · Sendmail (agente de transferência de correio) · Open Office (sistema aplicativo)
GNU (General Public License)
Creative Commonshttp://creativecommons.org/licenses/GPL/2.0/legalcode.pt São dois tipos de licença alternativa ao Copyright tradicional
Plataformas de gestão da aprendizagem (Moodle) É um software livre de apoio à aprendizagem. O conceito foi criado em 2001 pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas. Direccionado para programadores e académicos da educação, constitui-se num sistema de administração de actividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem colaborativa.
Referências:

O contexto institucional da UM – a “migração” para a net (iniciativa Campus Virtual, Repositorium, laboratórios virtuais, repositório de e-conteúdo

No panorama da criação do plano de actividades dos SDUM para o ano de 2003 e da preparação da candidatura da Universidade ao Programa e-UM (Campus Virtual - Universidade do Minho), foi definido proceder à formação de um repositório institucional – o RepositóriUM .
O RepositóriUM é o repositório institucional da Universidade do Minho, este foi criado com o intuito de dispor uma imensa produção intelectual da UM em formato digital contribuindo para o crescendo da sua visibilidade e impacto e uma consequente preservação da memória intelectual desta Universidade.
Laboratórios Virtuais – podem contribuir com a Educação à Distância, uma vez que, possibilitam o acesso aos seus recursos, por pessoas localizadas em qualquer lugar, cuja utilização e desenvolvimento tem um custo reduzido, não tendo restrições de tempo e limitações de espaço. Estes simulam um laboratório real que permite aos alunos realizarem experimentos práticos por meio da Web, de forma compartilhada. Repositório de e-conteúdos – espaço destinado aos conteúdos educativos; Criado com o intuito de reunir, guardar, difundir e dar acesso aos recursos didácticos e pedagógicos em formato digital produzidos na TecMinho e UM (como apresentações, exercícios, questionários, Packages, fichas pedagógicas, resumos, etc).
Referências:

Ambientes virtuais (software social, Second Life, jogos, outros)

Para a realização desta pesquisa foi utilizado o motor de busca Google, seguido das palavras-chave; Ambientes virtuais de aprendizagem são softwares que ajudam na construção de cursos patentes pela Internet. Estes destinam-se ao apoio de actividades mediadas pelas TIC, “Permitem integrar múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, desenvolver interacções entre pessoas e objectos de conhecimento, elaborar e socializar produções tendo em vista atingir determinados objectivos." (Educação a distância na internet - Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida) · Software social – este conceito foi utilizado num primeiro momento por estudiosos da nanotecnologia para tentar descrever programas de computador voltados para a cooperação. A sua grande potencialidade centrava-se no facto de utilizar o processamento dos computadores para facilitar e estimular as relações de grupo. · Second Life – é um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano; Pode ser perspectivado como um jogo, um comércio virtual, uma rede social ou até um simples simulador. · Jogos – estes permitem o contacto em tempo real com pessoas sem necessitarem para isso de estar no mesmo ambiente, ou até sair de casa permite que um jogador desfie outro em outros lugares do país ou até do mundo. Tudo em tempo real, possibilitando assim que esta categoria de jogos abra novas perspectivas de diversão. Outros ambientes virtuais: Moodle ; Solar; Sócrates; TelEduc; Amadeus
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente_virtual_de_aprendizagem http://imasters.uol.com.br/artigo/4600/elearning/ambientes_virtuais_de_aprendizagem_-_moodle_x_plataformas_pagas/ http://www.masternewmedia.org/pt/colaboracao_on_line/software-social/software-social-o-que-e-e-qual-impacto-nas-pessoas-e-organizacoes-um-relatorio-da-australian-flexible-learning-framework-parte-I-20070524.htm http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/softconhecimento.pdf http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_social http://www.baixaki.com.br/download/Second-Life.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Second_Life http://colunistas.ig.com.br/secondlife/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_online

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Comentário EPIC 2014

A evolução tecnológica só é possível com o contributo dos seres humanos, isto pode ser “o melhor dos tempos” assim como “o pior dos tempos”. Em tão pouco tempo deu-se um grande desenvolvimento tecnológico, pois as pessoas têm acesso a uma diversidade e quantidade de informações impensáveis em épocas anteriores. A verdade é que muitos de nós não estamos conscientes das implicações que as novas TIC em Rede podem ter no nosso dia-a-dia, na educação e, em geral na nossa sociedade. Como já foi referido a evolução tecnológica pode ser a melhor de todos os tempos mas também a pior de todos os tempos como refere no filme “EPIC 2014”, na medida em que cada vez mais a nossa vida gira à volta da “máquina” ou seja, de uma forma geral temos vindo a assistir a um controle mais elevado através das tecnologias, pois anteriormente usávamos a máquina ao nosso serviço, porém essa realidade está a tornar-se o inverso por culpa nossa. Então, pode-se falar do possível risco do ser humano vir a ser cada vez mais controlado por uma máquina assim como refere o filme “The Machine is Us” e o extracto “Saramago e Janela de Alma”. Este pode ser um problema do futuro se já, não o é, no presente, mas as pessoas sabem disso pois faz parte do seu dia-a-dia mas infelizmente nada fazem para resolvê-lo. O avanço das tecnologias fez com que nós tivéssemos acesso a uma diversidade de informações as quais assim é possível ter conhecimento do que se passa no mundo actual, porém não faz com que se resolvam as coisas muito menos de uma forma mais rápida e eficaz, assim como refere o extracto “Saramago e Janela de Alma”. Pois as pessoas hoje em dia preocupam-se cada vez mais de aumentar os seus bens económicos muitas vezes sem utilidade nenhuma em vez de tentarem ver a fundo os problemas existentes e tentar pelo menos arranjar forma de poder resolvê-los ou se não for possível, minimiza-los já seria um bom começo. Para finalizar, será que estamos a seguir um bom caminho ou estamos a deixar-nos levar pela ilusão?...
Referências:

segunda-feira, 9 de março de 2009

Já nasceu o nosso blogue!!

É bem novinho e ainda tem muito que crescer..mas aguardem que quando ele for maior de idade ninguém o vai parar;)!! Não se esqueçam de lhe fazer umas visitas, pois têm que acompanhar todas as etapas do seu crescimento e também contribuir para que ele cresça feliz e saudável. Que é como quem diz deixem o vosso comentário e contribuam para a formação deste blogue.